NOTA DE PRENSA: JUBILEU SUL / AMÉRICAS PRESENTE NO PRIMEIRO ENCONTRO 2017 JORNADA CONTINENTAL PELA  DEMOCRACIA E CONTRA O NEOLIBERALISMO

Jubileu Sul / Américas participou da reunião organizada pela Jornada Continental pela Democracia e contra o Neoliberalismo, realizada nos dias 2 e 3 de fevereiro, na cidade de Montevidéu, Uruguai.

Ali se reuniram mais de cinquenta delegados de diferentes expressões organizacionais que fazem parte de diferentes setores sociais/sindicais, redes, articulações, organizações regionais, sindicatos de trabalhadores, movimentos camponeses, feministas, ambientalistas, e outros que estão se incorporando atualmente – que, desde 2015, atenderam o chamado a partir de um conjunto abrangente de organizações sociais em Cuba, para se unir e coletivamente comemorar o 10º aniversário da derrota da ALCA.

Assim tem se progredindo este processo chamado de Jornada Continental pela Democracia e contra o Neoliberalismo, que definiu três eixos centrais como uma estratégia comum:

– A luta contra o livre comércio e as empresas transnacionais;

– A defesa da democracia e da soberania e;

– A promoção da necessidade de integração dos povos.

Uma das propostas específicas que mantem Jubileu Sul / Américas é a solidariedade com os povos irmãos que vivem em opressão, como no caso de Honduras, onde as várias formas de criminalização aos defensores/as dos bens comuns, dos direitos humanos, dos setores sociais que estão em luta têm aumentado dia a dia.

Uma situação similar é vivida na nação irmã do Haiti, onde há mais de doze anos as tropas da MINUSTAH continuam cometendo atrocidades contra o povo: introdução da epidemia de cólera, violação de mulheres, crianças, jovens, massacres contra setores da população que exigem seus direitos civis, entre outros; de modo que a luta não é apenas para a retirada imediata das tropas, é também pela busca de reparações e justiça as vítimas desta ocupação.

Avançar na diversidade, convergir agendas de lutas continentais, contribuir coletivamente aos desafios presentes e futuros!

Não devemos, não pagamos

Nós somos o povo, os credores.

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