CONAMINH: Segundo Encuentro de Mujeres Indígenas y Negras de Honduras

CONAMINH: Segundo Encuentro de Mujeres Indígenas y Negras de Honduras

Bajo la lluvia de este martes 23 de mayo, que refresca a Tegucigalpa más de cuatrocientas mujeres de diferentes pueblos indígenas llegan a la sede del Stibys para encontrarse, debatir y seguir construyendo propuestas emancipatorias de sus pueblos en su condición de mujeres luchadoras que sobreviven a la opresión neoliberal, racista y patriarcal. .

Desde diversos y lejanas comunidades, cargando sus maletas, sus burritas, expectativas y sonrisas las mujeres de los pueblos Pech, Tolupan, Garífuna, Lenca, Misquita, Mayachorti han decidido hacer de su palabra una comunidad de voces para compartir sus pensamientos y estrategias de defensa de bienes comunes, territorios y cultura.

La convocatoria está a cargo de la Coordinadora Naciconal de Mujeres Indígenas y Negras de Honduras(CONAMINH), que nació el año 2003 y que ha realizado varios encuentros regionales y acciones locales como parte de su proceso de construcción.

En esta convocatoria la CONAMINH se manifiesta contra la judicialización y criminalización de las mujeres indígenas y negras luchadoras que en todos los territorios nacionales se enfrentan al sistema racista y patriarcal que se manifiesta en los proyectos extractivistas en contubernio con el sistema jurídico, politico y económico del estado hondureño.

La CONAMINH hace homenaje una vez más a la memoria de lucha de Berta Cáceres y sus propuestas emancipadoras, quien también es fundadora de esta articulació, y expresa su indignación por la ausencia de justicia en su asesinato y la evidente participación de los actores judiciales y políticos para que dicha justicia nunca llegue.

Este Segundo Encuentro de Mujeres Indígenas y Negras de Honduras durará dos días y culminará con una movilización de mujeres indígenas y negras que harán sentir sus demandan en la capital hondureña el 25 de mayo.

Tras escándalo de corrupción en Brasil las calles piden elecciones directas (+Audio)

André Vieira corresponsal de teleSUR en Brasil [Download]

El fiscal general de Brasil, Rodrigo Janot, acusó al presidente Michel Temer por corrupción, obstrucción de la justicia y actuar junto con el senador suspendido Aecio Neves a favor de interrumpir el avance de la investigación de la operación anti-corrupción Lava Jato.

La acusación forma parte del expediente sobre la delación del grupo frigorífico JBS y de la investigación aceptada por el Supremo Tribunal Federal, cuyo contenido fue liberado hoy por la alta corte. El juez de la corte Edson Fachin aceptó la denuncia para abrir una investigación contra Temer, quien ayer negó la renuncia al cargo.

Michel Temer y Aécio Neves oficialmente investigados x corrupción, organización delictiva y obstrucción a la investigación. Vía @MidiaNINJA

Acerca de este caso fue consultado el corresponsal de teleSUR en Brasil, André Vieira, quien informó que tras la revelación de la trama de corrupción el pueblo brasileño prepara más movilizaciones de calle con un solo pedimento claro: Elecciones directas ya.

Luego de reconocer las revelaciones contra Temer, movimientos sociales han convocado a una gran marcha que se prevé sea la mas multitudinaria de todos los tiempos, en todo el territorio nacional para exigir elecciones directas“, manifestó Vieira en contacto para “Mientras tanto y por si acaso”, programa transmitido por La Radio del SUR.

Agregó que actualmente el gobierno de facto de Michel Temer vive su peor crisis, y en respuesta a ello, el pueblo brasileño intensificará la lucha en las calles con una jornada denominada “Ocupa Brasilia” que tendrá lugar la próxima semana, donde los movimientos sociales marcharán desde distintos puntos del país hacia la capital brasileña.

Quien también vive dias oscuros es el senador y ex candidato presidencial Aecio Neves, quien fue grabado hablando con el dueño y delator de la JBS, Joesley Batista, a quien le dijo que estaba negociando con Temer y el nuevo juez de la corte Alexandre de Moraes, que reemplazó al fallecido en un accidente de aviación Teori Zavascki, la designación de comisarios que puedan detener la Operación Lava Jato.

Acerca de este personaje, el corresponsal de teleSUR en Brasil informó que la hermana de Aecio, Andrea Neves, fue detenida este viernes en Belo Horizonte.

“La derecha brasileña en este momento está frágil, su posible candidato a presidente y el presidente de facto fueron afectados directamente con estas revelaciones”, dijo.

La Radio del SUR

Fuente: La Radio del Sur

Nem a chuva esfriou o clima de Fora Temer e Diretas Já em Curitiba

Ato teve início na Praça Santos Andrade, no centro da cidade, e seguiu em passeata até a sede da FIEP, no Centro Cívico

Gibran Mendes | Fotos: Leandro Taques

Brasil de Fato | Curitiba (PR)

s manifestantes fizeram uma espécie de “esquenta” para a manifestação de domingo (21), às 14h, em frente à UFPR, na Praça Santos Andrade - Créditos: Leandro Taques

Os manifestantes fizeram uma espécie de “esquenta” para a manifestação de domingo (21), às 14h, em frente à UFPR, na Praça Santos Andrade / Leandro Taques

Mais de mil pessoas enfrentaram o frio e a chuva de Curitiba na noite desta quinta-feira (18) para pedir a saída de Michel Temer (PMDB) da Presidência da República e a convocação de eleições diretas e gerais. O ato teve início na Praça Santos Andrade, no centro da cidade, e seguiu em passeata até a sede da FIEP, no Centro Cívico.

Ao som de palavras de ordem como “Democracia, eu quero mais. Fora Temer e eleições gerais” os manifestantes fizeram uma espécie de “esquenta” para a manifestação de domingo (21), às 14h, em frente à Universidade Federal do Paraná (UFPR).

(Foto: Leandro Taques)

Entre as pessoas que resolveram enfrentar o frio e a chuva estava a professora da rede pública estadual Danila Castro, 27 anos. “Vim para pedir eleições gerais e diretas já. É a única solução para o Brasil no momento”, resumiu. Ela, que carregava um cartaz escrito “Eu não me engano, o Moro sempre foi tucano”, ironizou o fato do magistrado paranaense não ter participado das investigações que resultaram na nova crise brasileira. “O Cunha está preso no Paraná recebendo dinheiro na cadeia e não se fala nada. Eles gostam de questionar se o Lula sabia ou não sabia o que acontecia no seu governo. Será que o Moro não sabia o que acontecia aqui no Paraná com um réu que está sob responsabilidade dele?”, questionou a professora.

Além do cartaz, Danila carregava a filha Daniela, de 7 anos, a tira colo. “Ela sempre participa das nossas conversas e dos nossos debates. Evito levar ela nos atos por conta da violência da Polícia Militar, mas hoje resolvi trazer. É um momento histórico que ela precisa participar, precisa lembrar desse dia”, projetou.

(Foto: Leandro Taques)

Enquanto a professora buscava abrigo da chuva, embaixo da marquise da Universidade Federal do Paraná, Paulo Sérgio Guedes, de 47 anos, aproveitou a situação para ganhar dinheiro. Ele vendia guarda-chuvas durante a manifestação. Questionado sobre sua posição a respeito da situação do Brasil, ele foi enfático. “Novas eleições? Somente se for para tudo, eleições gerais. Para deputados, senador e tudo mais. Só o Temer não adianta, pois assume o Rodrigo Maia que é do mesmo bando e continua tudo como está. Um escondendo as coisas do outro. Ou é geral ou deixa ele (Temer) lá sangrando”, analisou.

Questionado se considerava benéfica pausa no andamento das reformas em virtude da crise, Guedes foi enfático. “Essas reformas todas são uma palhaçada. Quem deve para a previdência são os bancos, grandes empresários, multinacionais e clubes de futebol. Então, na verdade, a previdência não está falida. Ela está sendo ‘caloteada’”, completou.

Paulo Sérgio Guedes, de 47 anos, aproveitou a situação para ganhar dinheiro. Ele vendia guarda-chuvas durante a manifestação (Foto: Leandro Taques)

Bernardo Lopez, de 27 anos, não vê saída para a crise sem que passe pelas eleições gerais. “Se você quer votar para o Tiririca como Presidente da República, que seja. Mas não podemos admitir que alguém como Michel Temer fique lá. Ele não está onde está pelo voto popular. Quem votou na Dilma votou nele? Sim. Mas é golpe porque ele foi conta todo o plano de governo que a Dilma fez. Quer manter o Temer no poder? Que seja. Mas a decisão deve ocorrer pelas urnas”, enfatizou.

Em meio aos manifestantes estava a figura de Florisvaldo Fier, o Dr. Rosinha. Ex-deputado federal e com grande atuação no Mercosul, exerceu nos últimos anos o cargo de Alto Representante do Brasil no bloco. Para ele a situação do Brasil é refletida em toda a América do Sul.

“O Brasil se colocou como um país líder na integração e na construção da soberania na região. No momento em que há o golpe o País se tornou um anexo das ações dos Estados Unidos e do grande capital internacional. Hoje, o que estamos sofrendo aqui, afeta com muita profundidade a América do Sul. Tanto é que há um retrocesso no processo de integração. Não é uma estagnação, houve um retrocesso”, enfatizou.

Em meio aos manifestantes estava a figura de Florisvaldo Fier, o Dr. Rosinha (Foto: Leandro Taques)

O ex-parlamentar, que acredita que a solução para o País passa pela convocação de eleições gerais para o nível federal e estadual, vê com preocupação o futuro do Brasil a curto prazo. “Quem acredita no poder executivo? Quem acredita no poder legislativo ou no poder judiciário? Ninguém acredita. Quer dizer, essa instabilidade institucional está acompanhada de uma crise ética, crise moral e crise humana. Dá insegurança. Não se sabe o rumo que o Brasil tomar. Por isso é importante as manifestações de rua, porque quem está na rua sabe o que deseja e quem está na rua hoje quer a volta da democracia”, concluiu.

Edição: Ednubia Ghisi

RUTA DE LA ANACONDA: CASO YASUNÍ (VIDEO / FOTOS)

Más de 150 personas, representando a nacionales indígenas, organizaciones rurales, defensores de los Derechos Humanos, activistas, afectados y víctimas por la explotación petrolera de la provincia de Pastaza y Orellana, dieron apertura a la 1º parada de la Ruta por la Verdad y Justicia para la Naturaleza y Pueblos de Ecuador.

Precedente que enmarca en los pueblos oprimidos por el extractivismo, levantar audiencias regionales, de carácter ético y moral, para demandar los daños e implicaciones negativas a sus bienes comunes.

Esta acción por la justicia ambiental y de los pueblos, tiene un plenario que a través de un peticionario, presentan las denuncias narrativas de las violaciones a ls DH y ambiente de las comunidades rurales. Además, esta integrado por comisionados, peritos expertos, testigos y defensores de los DH y la naturaleza.

Esta primera ruta, se desenvolvió en Bloque 1: La naturaleza del Yasuní, Bloque 2: Avance del petróleo sobre el Yasuní, Bloque 3: Pueblos Indígenas en Aislamiento y el Bloque 4: Desalojos, despojos y agresiones.

Algunas personalidades participe en la Ruta por la Verdad estuvieron: Julio César Trujillo, Miembro de la Comisión Anticorrupción, Alexandra Almeida, ingeniera química que ha hecho de la amazonía estudios e investigaciones, sacerdote José Miguel Goldaras, Margot Escobar, luchadora amazónica, Nathalia Bonilla, responsable de la campaña de Bosques de Acción Ecológica.

También entre los peticionarios, Diocles Zambrano, defensor de DH, José Proaño: Director en Ecuador de Land Is Life, con amplia experiencia en la protección de los pueblos aislados. Manuela Ima: Dirigenta de la Asociación de Mujeres Waorani (ANWAE), Lis Coba, miembro del Colectivo de Antropólagas y Docente de la FLACSO-Ecuador, perteneciente a colectivos feministas de Quito, Antonela Calle, miembro de Yasunidos y otros.

Agradecemos a las organizaciones sociales, pueblos indígenas, medios de comunicación y radios comunitarias que siguieron nuestra transmisión y cobertura de la Ruta por la Verdad y Justicia para la Naturaleza y Pueblos en Ecuador.

Siga los resultados de la Ruta de la Verdad. Y las próximas audiencias a través de:

Radio Temblor Internacional
Agencia ecologista de Información TEGANTAI