Entrevista Zulma Larin: 10 anos após o golpe e as mudanças substanciais na região mesoamericana

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#GOLPEDEESTADO2009
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Zulma Larin, coordenadora da Rede de Ambientalistas Comunitários de El Salvador (RACDES), membros da Rede Jubileu Sul /Américas, compartilha conosco suas percepções sobre as implicações dos dez anos do golpe em Honduras.

Secretário JS / A: Você considera que este fato produziu mudanças no cenário da região latino-americana? Quais?

Zulma: 10 anos após o golpe de Estado, há mudanças substanciais na região mesoamericana; esses cenários mudaram de certa forma para o povo hondurenho, as lutas se tornaram mais difíceis no sentido de que a criminalização dos defensores dos direitos humanos aumentou, a imposição de modelos como experimentos de desenvolvimento se materializou em Honduras como, por exemplo, as cidades modelo; A implementação de programas de Ajuste Estrutural é efetivada tão facilmente que as empresas transnacionais são fortalecidas em sua apropriação dos meios de subsistência e seus investimentos não têm dificuldade em se desenvolver.

A pobreza estrutural continua sendo uma realidade na vida do povo hondurenho antes, durante e depois de 10 anos de golpe, e esse povo continua lutando todos os dias por melhores condições de vida, como todo o povo mesoamericano.

Os problemas da posse da terra pioraram, o que causou múltiplas complicações e uma guerra não declarada entre o regime e os camponeses. O acordo de livre comércio com os Estados Unidos colocou um preço em tudo na agricultura e, com isso, condenou milhões de pessoas à fome. A descrição insensível de que “vivem com menos de dois dólares por dia” está exposta, é o que na realidade significa miséria para este país, quatro em cada dez pessoas que vivem em extrema pobreza.

Na geopolítica mundial, foi uma experiência do imperialismo para potenciar outros golpes na América Latina, como a Venezuela e a Nicarágua; Esses golpes são chamados de golpes suaves dentro do jogo de democracias disfarçadas de boa vontade e fazendo as pessoas acreditarem que as democracias de estilo americano deveriam ser as receitas para todos.

Esses dez anos não aconteceram sem um grande custo para os hondurenhos. Com o golpe consumado, os Estados Unidos ponderaram a destruição dos Estados que consideram párias e Honduras é um deles. Ao governo golpista de Lobo Sosa veio o assessor, Paul Roemer, como profeta das cidades-modelo (Charter Cities), com a intenção de desmembrar o país em um conglomerado de regiões autônomas, sob gestão particular. Enquanto isso começou uma campanha sem precedentes de privatização, destruição de sindicatos, precarização do emprego, desapropriação de recursos naturais e a proliferação da violência.

È que em dez anos, o povo hondurenho já travou muitas batalhas; teve vitórias eleitorais esmagadoras, que não se conseguiu materializar e, hoje, sua capacidade de mobilização, resistência e luta é formidável. Sem chegar a um ponto ideal, a “questão hondurenha” está longe de ser resolvida em uma eleição, se antes não termina com o golpismo.

Secretário: Da sua perspectiva, qual é a relação entre o modelo de imposição de golpes e as condições sociais, políticas e econômicas do seu país?

Zulma: Acredito que estas são receitas para que o imperialismo submeta aos povos que tocam a parte mais frágil que tem a ver com a pobreza e as migrações que os pobres fazem, procurando ter o sonho americano e, assim, o império as usa para subjugar aos governos para o que eles querem e decidem fazer como um experimento em nossas cidades. A receita é a mesma para toda a Mesoamérica, no entanto, cada país a experimenta de uma maneira diferente.

Para as potências econômicas européias, chinesas e norte-americanas, somos uma região geopolítica importante para o movimento de suas mercadorias, bem como para a desapropriação de nossos bens naturais, culturais e econômicos.

Ainda somos laboratórios em nossas regiões para a imposição de programas, modelos e diferentes formas de controlar nossas raízes culturais, de gênero e econômicas para continuar impondo suas receitas e violando a soberania nacional de cada povo, despojando assim as espiritualidades de cada povo da região.

Secretário JS/A: Qual você acha que é o papel das organizações sociais nesses cenários?

As organizações em suas diferentes expressões estão chamadas a continuar construindo esforços organizacionais na região para defender os ativos estratégicos que ainda temos como patrimônio; água, saúde, segurança e educação, culturas e espiritualidades.

Recuperar nossa herança cultural ancestral como um povo deve ser um compromisso estratégico em nossa região.

A unidade de classe é uma necessidade urgente para fortalecer as lutas na região. Os povos mesoamericanos devem se unir novamente para fortalecer as apostas comuns em prol da vida e da integração de dos povos.

 

A presente publicação foi elaborada com o apoio financeiro da União Europeia Seu conteúdo é de responsabilidade exclusiva do Instituto Rede Jubileu Sul Brasil e Rede Jubileu Sul Américas e não necessariamente reflete os pontos de vista da União Europeia.

Interview Zulma Larin: 10 Years after the Coup d’état and Substantial Changes in the Mesoamerican Region

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Zulma Larin, coordinator of the El Salvador Network of Community Environmentalists (RACDES), members of Jubilee South /Americas, shares with us their perceptions on the implications of ten years since the coup in Honduras.

Secretary JS / A: Do you consider that this fact produced changes in the scenario of the Latin American region? What kind of changes?

Zulma: 10 years after the Coup d’état, there are substantial changes in the Mesoamerican region. These scenarios have changed somehow for the Honduran people and their fights have become harder in the sense that the criminalization of the human rights defenders has increased, the imposition of models as development experimentations has materialized in Honduras, such as charter cities. The implementation of Structural Adjustment Programmes are implemented so easily that transnational corporations are strengthened in their appropriation of subsistence means and their investments have no difficulty in developing.

Structural poverty continues to be a reality in the lives of Honduran people before, during and after 10 years of the coup and these people continue fighting every day for better living conditions, as well as all Mesoamerican people.

The issues with possession of land have worsened, which caused multiple complications and an undeclared war between the regime and peasants. The free trade agreement with the United States put a price on everything in agriculture and, with that, condemned millions of people to hunger. The insensitive description that they “live with less than two dollars a day” is exposed and in reality, it means misery for this country; four out of ten people live in extreme poverty.

In world geopolitics, it was an experiment of imperialism to boost other coups in Latin America, such as Venezuela and Nicaragua; These coups are called soft coups in the game of democracies disguised of good intentions and making people believe that American style democracies should be prescribed for all of us.

These ten years haven’t happened without great cost to Hondurans. With the coup consummated, the United States raised the destruction of States they consider outcasts and Honduras is one of them. With the coup government of Lobo Sosa came the advisor, Paul Roemer, as the prophet of Charter Cities, with the intention of dismembering the country into a conglomerate of autonomous regions under a private management. Meanwhile, an unprecedented campaign of privatization, destruction of unions, precariousness of work, plundering of natural resources and the proliferation of violence was launched.

In ten years, the Honduran people have fought many battles; had strong electoral victories that haven’t been able to materialize and today, their capacity and potential for mobilization, resistance and fighting is formidable. Without getting to the point, the “question of Honduras” is far from being solved in an election if the coup hasn’t been overcome.

Secretary JS/A: In your perspective, what is the relation between the model of coup impositions and the social, political and economic conditions in your country?

Zulma: I believe these are recipes that the imperialism subjects to peoples who touch the most fragile part which has to do with poverty and the migrations that the poor go through looking for the American dream and in that way the empire uses them to submit the government for what they want and decide to do an experiment in our cities. The recipe is the same all throughout Mesoamerica; each country however experiences it in a different way.

For the large European, Chinese and North-American economic powers, we are a geopolitical region that is important to the movement of their goods, as well as for the plundering of our natural, cultural and economic goods.

We are still laboratories in our regions for the imposition of programs, models and different forms of controlling our cultural, gender and economical roots in order to continue imposing their recipes and violating the national sovereignty of each people, stripping their spiritualities.

Secretary JS/A In your opinion, what is the role of social organizations in these scenarios?

Organizations in their different expressions are called to continue building organizational efforts to defend the strategic goods we still have such as patrimony, water, health, security and education, culture and spiritualities.

Recovering our cultural ancestral heritage as a people must be a strategic commitment in our region.

The class unit is an urgent necessity to strengthen fights in the region. The Mesoamerican people must unite again to strengthen the common bets in favor of life and people integration.

 

This publication has been produced with the financial support of the European Union. The contents of this publication are the sole responsibility of Jubilee South Brazil Institute and Jubilee South / Americas and can in no way be taken to reflect the views of the European Union.

Interview Zulma Larin : 10 ans après le coup d’Etat et les changements substantiels dans la région méso-américaine

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Zulma Larin, coordinatrice de la Red de Ambientalistas Comunitarios (Réseau d’écologistes communautaires) du Salvador (RACDES) membres du Jubilé Sud / Amériques nous partage ses réflexions sur les conséquences de ces 10 ans après le coup d’État au Honduras.

Secrétaire JS/A : À votre avis cet événement a provoqué des changements sur le scénario de la région latino-américaine ? Lesquels ?

Zulma : C’est évident qu’après 10 ans du coup d’État il y a des changements importants dans la région mésoaméricaine, ces contextes ont changé d’une certaine manière pour le peuple hondurien, la situation est devenue plus difficile, il y a eu une augmentation de la criminalisation contre les défenseurs de droits de l’homme, l’imposition de modèles comme des expérimentations du développement ont été établis au Honduras par exemple les villes modèles. Les programmes d’ajustement structurel ont été mis en place très facilement afin que les sociétés transnationales puissent s’approprier des moyens de subsistance et leurs investissements n’aient aucune difficulté à se développer.

La pauvreté structurale continue à être une réalité dans la vie du peuple hondurien, avant, pendant et après 10 ans du coup d’État et ce peuple continue la lutte jour après jour pour améliorer les conditions de vie de même que tout le peuple mésoaméricain.

Les problèmes fonciers se sont aggravés, ce qui a provoqué des complications multiples et une guerre no déclarée entre le régime et les paysans. L’accord de libre-échange avec les États-Unis a mis le prix en tout ce qui est l’agroalimentaire, et a condamné des millions de personnes à la faim. La réalité douloureuse « qu’ils vivent avec moins de deux dollars par jour » est démasquée face à ce qui en réalité signifie la misère pour ce pays où 4 sur 10 personnes vivent dans l’extrême pauvreté.

En termes de géopolitique mondiale, cela signifie une expérimentation de l’impérialisme qui a pour but de potentialiser d’autres coups au niveau latino-américain –comme le Venezuela et le Nicaragua. Ces coups sont appelés coups doux dans le rôle des démocraties déguisées de bonnes volontés prétendant faire croire que les démocraties à la manière nord-américaine sont les recettes pour tout le monde.

Ces 10 dernières années ont signifié un cout très élevé pour les honduriens. Avec l’accomplissement de ce coup, les États-Unis ont imaginé la destruction des États qu’ils considèrent paria et le Honduras c’est un de ceux-ci. Paul Roemer a participé comme conseiller dans le gouvernement putschiste de Lobo Sosa, un prophète des villes modèles (Charter Cities), avec l’intention de démembrer le pays en un conglomérat de régions autonomes sous une direction privée. Entre temps, a été lancé une campagne sans précédent, de privatisation, destruction de syndicats, la précarisation du travail, le pillage des ressources naturelles et la prolifération de la violence.

Tout au long de ces dix ans, le peuple hondurien a lutté énormément, des victoires électorales solides qu’il n’a pas pu concrétiser et actuellement sa capacité de mobilisation, résistance et lutte sont exceptionnelles. Sans atteindre à un niveau idéal « l’affaire hondurienne » est loin d’être résolue dans une élection, si avant on ne finit pas avec le putschisme.

Secrétaire : Selon votre point de vue, quel est le rapport entre le modèle d’imposition de coups et les conditions sociales, politiques et économiques de votre pays ?

Zulma : Je pense que ce sont des recettes que l’impérialisme impose aux peuples et qui touchent la partie la plus fragile telle que la pauvreté et les migrations, cette dernière réalisée par les pauvres qui cherchent le rêve américain et de cette forme l’impérialisme soumet à ses désirs les gouvernements et décide faire des expériences chez nos peuples. La recette est égale pour toute Mésoamérique, cependant chaque pays a une manière différente de l’expérimenter.

Pour les puissances économiques européennes, chinoises et nord-américaines, nous sommes une région géopolitiquement importante pour la circulation de leurs marchandises et aussi pour le pillage de nos biens naturels, culturels et économiques.

Nous continuons à être de laboratoires dans nos régions pour l’imposition des programmes, modèles et d’autres formes qui servent à contrôler nos racines culturelles, de genre et économiques permettant l’imposition de leurs recettes qui violent la souveraineté nationale de chaque peuple et enlèvent la spiritualité de chaque peuple de la région.

Secrétaire JS/A : Quel est le rôle des organisations sociales dans ces scénarios ?

Les organisations dans leurs différents domaines sont appelées à continuer le travail d’organisation dans la région pour défendre les atouts stratégiques qui nous restent comme patrimoine : de l’eau, de la santé, de la sécurité et de l’éducation, la culture et la spiritualité.

Récupérer notre patrimoine culturel ancestral en tant que peuple doit être un pari stratégique dans notre région.

L’unité de classe c’est une nécessité urgente pour renforcer les luttes dans la région. Les peuples mésoaméricains, nous devons être unis à nouveau pour affirmer les paris en commun en faveur de la vie et l’intégration des peuples.

 

Cette publication a été préparée avec le soutien financier de l’Union européenne. Le contenu de cette publication est de la seule responsabilité de l’Institut Jubilé Sud Brésil et Jubilé Sud / Amériques et ne peut en aucun cas être pris pour refléter les vues de l’Union européenne.

Entrevista Zulma Larin: 10 Años Después Del Golpe y los cambios sustanciales en la regiòn mesoamericana

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Zulma Larin, coordinadora de la Red de Ambientalistas Comunitarios de El Salvador (RACDES) miembros de la Red Jubileo Sur/Américas, nos comparte sus percepciones sobre las implicancias de los 10 años del Golpe en Honduras.

Secretaria JS/A: ¿Considera que este hecho produjo cambios en el escenario de la región latinoamericana? ¿Cuáles?

Zulma: 10 años después del golpe de Estado claro, que hay cambios sustanciales en la región mesoamericana; estos escenarios cambiaron en cierta manera para el pueblo hondureño que  se ha puesto más difícil las luchas en el sentido de que la criminalización a los defensores/as de los Derechos Humanos aumento, la imposición de modelos como experimentos de desarrollo se han concretado en Honduras como por ejemplo las ciudades modelos; La implementación de los programas de Ajuste Estructural, se implementan con tanta facilidad para que las empresas transnacionales se fortalezcan en su apropiación de los medios de vida y sus inversiones no tengan ninguna dificultad en su desarrollo.

La pobreza estructural sigue siendo una realidad en la vida del pueblo hondureño antes, durante y después de 10 años de golpe y que este pueblo sigue luchando  cada día por mejores condiciones de vida al igual que todo el pueblo mesoamericano.

Los problemas de tenencia de la tierra se han agudizado, lo que ha provocado múltiples complicaciones, y una guerra no declarada entre el régimen y los campesinos. El tratado de libre comercio con Estados Unidos le ha puesto precio a todo en el agro, y con ello, ha condenado al hambre a millones de personas. La descripción insensible de que “viven con menos de dos Dolares al día”, queda al descubierto  frente a lo que en la realidad significa la miseria para este  país,  4 de cada 10 personas que viven en pobreza extrema.

En la geopolítica mundial han sido un  experimento del imperialismo para potenciar otros golpes a nivel latinoamericano como ejemplo Venezuela y Nicaragua; Estos golpes se le llama golpes suaves dentro del juego de las democracias disfrazadas de buenas voluntades y haciendo creer a los pueblos que las democracias al estilo norteamericano deben ser las recetas para todo el mundo

Estos diez años no han pasado sin un gran costo para los hondureños. Con el golpe consumado, los Estados Unidos se plantearon la destrucción de los Estados que ellos consideran parias, y Honduras es uno de esos. Al gobierno golpista de Lobo Sosa llegó como asesor, Paul Roemer, como profeta de las ciudades modelo (Charter Cities), con la intención de desmembrar el país en un conglomerado de regiones autónomas, bajo dirección privada. Mientras tanto, se lanzó una campaña sin precedentes de privatización, destrucción de los gremios, la precarización del trabajo, despojó de los recursos naturales y la proliferación de la violencia.

Es que en diez años, el pueblo hondureño ha dado muchas batallas; ha tenido victorias electorales contundentes, que no ha podido materializar, y hoy, su capacidad de movilización, resistencia y lucha, son formidables. Sin llegar a un punto ideal, la “cuestión hondureña” está lejos de resolverse en una elección, si antes no se termina con el golpismo.

Secretaria: Desde su perspectiva ¿cuál es la relación con el modelo de imposición de golpes y las condiciones sociales, políticas y económicas de su país?

Zulma: Yo creo que estas son recetas que el imperialismo somete a los pueblos tocando la parte más frágil que tiene que ver con la pobreza y las migraciones que hacen los pobres buscando tener el sueño americano y de estas formas se agarra el imperio para someter a los gobiernos a lo que ellos quieren y deciden hacer como experimento en nuestros pueblos. La receta es pareja para toda Mesoamérica más sin embargo a cada país lo experimentan de diferente forma.

Para las potencias económicas tanto europeas, chinas y norteamericanas somos una región geopolíticamente importante para el desplazamiento de sus mercancías así como también para el despojo de nuestros bienes naturales, culturales y económicos.

Aún seguimos siendo laboratorios en nuestras regiones para la imposición de programas, modelos y diferentes formas de controlar nuestras raíces culturales, de género y económicas para seguir imponiendo sus recetas y violentando la soberanía nacional de cada pueblo despojando así las espiritualidades de cada pueblo en la región.

Secretaria JS/A: ¿Cuál cree que es el rol de las organizaciones sociales en estos escenarios

Las organizaciones en sus diferentes expresiones estamos llamadas a seguir construyendo esfuerzos organizativos en la región para defender los bienes estratégicos que aún tenemos como patrimonio; Agua, salud, seguridad y educación, culturas y espiritualidades.

Recuperar nuestro patrimonio cultural ancestral  como pueblo debe ser una apuesta estratégica en  nuestra región.

La unidad clasista una necesidad urgente para fortalecer las luchas en la región. Los Pueblos Mesoamericanos debemos juntarnos nuevamente para afianzar las apuestas en común a favor de la vida y la integración de Los Pueblos.

La presente publicación ha sido elaborada con el apoyo financiero de la Unión Europea. Su contenido es responsabilidad exclusiva del Instituto Rede Jubileu Sul Brasil y Red Jubileo Sur/Américas y no necesariamente refleja los puntos de vista de la Unión Europea.

Haiti no MINUSTAH: Comienzan las fricciones en oposición haitiana

Puerto Príncipe, 25 jun (Prensa Latina) Mientras el Sector Democrático y Popular, una de las más visibles estructuras opositoras de Haití, propone un cambio de Gobierno con un juez de Casación al frente, las filas izquierdistas rechazaron hoy esta iniciativa.

Según denunció en conferencia de prensa el portavoz del partido Rasin kan pèp la, Camille Chalmers, algunos miembros del citado Tribunal de Casación fueron nombrados de manera irregular, y puso en duda la capacidad de esta Corte de entregar un informe sobre su gestión presupuestaria de unos 500 millones de gourdes (más de cinco millones 435 mil dólares).
Para esta franja de la oposición, es necesario un cambio radical que impida a ‘líderes corruptos tomar el control de la agenda de transición, y frenar los intentos de países imperialistas de reorientar el destino de la nación’.Chalmers dijo a Prensa Latina que la propuesta de la coalición de partidos de izquierda es un Consejo de Gobierno, constituido por tres personas escogidas por los diversos sectores, que permitan asegurar un balance de poder.

También contemplan la creación de estructuras de control y de vigilancia representativas de la sociedad.

No obstante, coinciden con el Sector Democrático en la importancia de disolver el Parlamento, lo que ha sido objeto de críticas por parte de otras plataformas opositoras, y diversas personalidades.

Recientemente el partido Fanmi Lavalas, fundado por el expresidente Jean Bertrand Aristide, levantó su voz contra la eliminación del poder judicial, y señaló que la iniciativa del Sector Democrático y Popular, que se hacen llamar la oposición institucional, solo reproducirá el sistema que debe ser completamente destruido.

Para algunos expertos, el país observa una especie de ‘oposición en la oposición’, que puede debilitar la credibilidad de estas plataformas, y mientras esto sucede continúan llegando a Haití sospechosas visitas relámpago del Departamento de Estado norteamericano, una delegación de la OEA, y miembros del congreso.

oda/ane

https://www.prensa-latina.cu/index.php?o=rn&id=286575&SEO=comienzan-las-fricciones-en-oposicion-haitiana

 

Fuente: Haiti no MINUSTAH

Instituto Pacs lança publicação sobre economias e alternativas ao modelo de desenvolvimento

Por Instituto Pacs|

O Instituto Pacs lança a publicação “Outras Economias: alternativas ao capitalismo e ao atual modelo de desenvolvimento”, resultado de um seminário realizado nos 30 anos de existência do instituto, no qual foram apresentadas e discutidas ideias e experiências de alternativas ao modelo hegemônico de desenvolvimento, do ponto de vista de mulheres com diferentes trajetórias e contribuições. O evento é gratuito e acontece na próxima segunda-feira (1/7), às 17h30, no Programa de Pós-Graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA/UFRRJ).

Não percam!

 

Fuente: Jubileu Sul Brasil