RADIO TEMBLOR: AMAZONIA EN LLAMAS…[ESPECIAL RADIAL]

Programa radial sobre los incendios forestales en la región Amazónica 

En esta ocasión hacemos este especial sobre la catástrofe en nuestro hermano país de Brasil, específicamente sobre los incendio en la Amazonia, y que se han extendido a la Amazonía de Bolivia y Paraguay.

Con reportes y audio de nuestra hermana Radio Santa Cruz de Bolivia, reportes del medio Brasil De Facto, de la red Jubileo Sur América de Brasil y de Radio Temblor Internacional desde El Salvador.

La Amazonia es el bosque tropical más grande del mundo, con una superficie de 5,5 millones de kilómetros cuadrados, un tesoro ecológico amenazado por la creciente deforestación, los incendios forestales y políticas extractivas.

Según, el Instituto Nacional de Investigaciones Espaciales (Inpe) de Brasil confirmó con sus satélites que entre enero y lo que va de agosto se registraron 74 mil 155 focos intermitentes de incendios forestales en el Medio Oeste, Sudeste y Sur de Brasil, consecuencia de la “política de desarrollo” del ultraderechista presidente Jair Bolsonaro para la agricultura y la minería, desmantelando las políticas ambientales.

El incendio en la Amazonia provocó desde la semana pasada un corredor de fuego que alcanza a países vecinos como la Argentina, Uruguay, Perú y Bolivia. La selva amazónica sufrió la deforestación de 2 mil 254 kilómetros cuadrados en julio, casi el cuádruple del mismo mes en 2018, en Brasil, Bolivia, Perú y Paraguay.

Según la responsabilidad sobre los incendios forestales en la selva brasileña fueron provocados por ganaderos y madereros que quieren limpiar y utilizar la tierra, envalentonados por el presidente proempresarial del país. Sin embargo, para el presidente ultraderechista Jair Bolsonaro, culpa a los grupos ambientalistas por la ola de incendios en el Amazonía. Quienes han sido fuertes críticos ante las políticas extractivas del gobierno de Brasil 

También hay que manifestar que ante esta alerta internacional plataformas y organizaciones gubernamentales realizan llamados y recolecta de firma para exigir justicia ambiental por lo que padece la región Amazonica.

Un de las peticiones la realiza www.salvalaselva.org con la petición: URGENTE: Apagar el fuego, mantener viva la Amazonía

Muchas son las reacciones de la opinión pública internacional y acciones de redes de ecologistas y movimiento social. Que ha realizado protestas en embajadas y marchas en distintas ciudades del continente. Un llamado y acción como es de Tzkat Red de Sanadoras Ancestrales Feminismo Comunitaria Territorial de Iximulew de Guatemala y organizaciones ambientales de El Salvador.

Por: Equipo Radio Temblor Interncional

 

Fuente: Radio Temblor

Rede Jubileu Sul Brasil emite nota sobre a Amazônia | “Mudar o sistema para não mudar o clima!”

A Coordenação Nacional da Rede Jubileu Sul Brasil, reunida desde o dia 21 em São Paulo, emite nota em solidariedade aos povos, animais e biomas da Amazônia. Repudia veementemente ações do governo de Jair Bolsonaro e aponta caminhos civilizatórios mínimos para a proteção da Amazônia.

“O acordo UE-Mercosul não é solução, é antes parte do problema da devastação da Amazônia. Caso queiram proteger a Amazônia, que aprovem requisitos civilizatórios mínimos para suas empresas e seus investimentos, como o tratado vinculante sobre violações de direitos humanos que está sendo negociado no âmbito da Comissão de Direitos Humano da ONU”.

Coordenação Nacional da Rede Jubileu Sul Brasil se reuniu entre os dias 21 e 24 de agosto, em São Paulo, para avaliar o atual cenário político e econômico do país

Confira a nota na íntegra:

Amazônia e os povos da floresta gritam: não passarão!
Mudar o sistema para não mudar o clima!

Nosso abraço e solidariedade profunda aos povos da floresta, aos rios, às árvores, aos animais da Amazônia que sangram. Suas dores são nossa dor!

O início desse ciclo apocalíptico de desmatamento e queimadas da Amazônia pode ser localizado no momento em que o Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, indicado pela bancada ruralista, foi à região amazônica se solidarizar com os agentes depredadores que tinham sido multados e que tiveram seus equipamentos apreendidos pelo IBAMA. Em seguida, técnicos do órgão foram desautorizados e alguns exonerados. O sinal dado, em consonância com as ordens emanadas pelo presidente Bolsonaro de que “nada pode fazer o agronegócio parar”,  foi claro e rapidamente entendido na região. É preciso destacar ainda que, em 2019, o IBAMA sofreu profundos contingenciamentos orçamentários e ainda teve redução de sua já restrita equipe de campo em função da ideologia da austeridade e dos imperativos do rentismo para o pagamento dos juros da dívida pública. Em junho deste ano,  mês em que as queimadas começaram sua escalada na Amazônia, foram destinados R$17 bilhões para o pagamento de juros e amortização.

O pano de fundo desse desastre intensificado na Amazônia é o modelo neoextrativista que sintetiza biomas e modos de vida neles fundados, modelo que é sustentado por cadeias de valor globais e transnacionais, principalmente norte-americanas, europeias e chinesas. O desmatamento sempre foi um vetor de valorização que se incrementa com a especulação no mercado de terras na Amazônia. Historicamente, o agronegócio brasileiro recebeu toda sorte de incentivos tributários e creditícios. No acumulado em 15 anos chega, esse valor passa de R$ 3,997 trilhões, disponibilizando um arsenal de novas tecnologias, e em resposta a todo esse suporte público e estatal, o setor aprofundou sua lógica de expansão territorial a todo custo, fez uso máximo de de transgênicos e agrotóxicos e recorreuàs condições de trabalho análogas à escravidão. A produtividade do agronegócio brasileiro depende da destruição, mais rápida ou mais gradual, da Amazônia e dos povos que dela e nela vivem.

Além disso, observando mais detidamente os focos mais intensos de queimadas na Amazônia nos últimos meses, pode-se notar que grande parte deles se concentra nas últimas frentes de expansão criadas por megaprojetos de infraestrutura (Belo Monte e Jirau/Santo Antônio e BR 163) e mineração (Região de Carajás Serra Sul e do rio Trombetas). Esses projetos contam a participação de grandes conglomerados controlados por bancos brasileiros e transnacionais. Hipocrisia, portanto, que Governos que sediam essas empresas apresentem-se como defensores de uma região cuja destruição vem rendendo volumosas remessas para suas empresas.

O acordo UE-Mercosul oficializa a desindustrialização do continente e aprofunda nossa especialização em commodities, tendo a Amazônia como o principal “estoque”.  O acordo UE-Mercosul não é solução, é antes parte do problema da devastação da Amazônia. Caso queiram proteger a Amazônia, que aprovem requisitos civilizatórios mínimos para suas empresas e seus investimentos, como o tratado vinculante sobre violações de direitos humanos que está sendo negociado no âmbito da Comissão de Direitos Humano da ONU.

Não é apenas a biodiversidade que é marcada para morrer, mas também os povos da floresta (povos indígenas, quilombolas e ribeirinhos) que estão sendo desterritorializados e violentados em suas ancestralidades, ficando os remanescentes forçados a migrar, principalmente para as periferias das grandes cidades, desestabilizando ainda mais os centros urbanos.

Não será com intervenções do G7 ou do imperialismo norte-americano, nem  com a  militarização da região Amazônica, que encontraremos caminhos para a solução desses problemas causados pela sanha do capital em crise permanente.  A soberania dos povos há de se impor!

As análises apontam que para deter essa devastação em grande escala da Amazônia é preciso estabelecer espaços de diálogo e incidência conjunta para identificação e punição dos maiores responsáveis e pactuar horizontes de auto planejamento dos povos da região sobre seu destino. As soluções não são isoladas. Passam pelo entendimento de que  tudo está interligado: os biomas e  os povos amazônicos que não são apenas brasileiros. Qualquer solução depende da aceitação, do acolhimento, da escuta dessas múltiplas conexões.

A travessia passa por uma nova institucionalidade internacional ambiental que supere a lógica da economia verde e dos regimes climáticos que servem para legitimar a ideia de que a natureza é uma mercadoria. Na linha da incidência com confronto, dentro/fora, devemos denunciar  os rumos do Acordo de Paris e das COPs, exigindo a precedência de fala e de decisão aos representantes dos povos da floresta e o estabelecimento de mecanismos cooperativos de proteção e estímulo de seus modos de vida,  integrados ao infinito fio da vida tecido e retecido pela Pachamama.

Somos os povos credores das dívidas ambientais, sociais e financeiras!

Não devemos! Não pagamos!

A vida acima da dívida!

Reparações Já!

São Paulo, 24 de agosto de 2019

 

Fuente: Jubileu Sul Brasil

Impedir o desmatamento e exploração da Amazônia!

Hace clic para firmar la petición

Jair Bolsonaro, eleito presidente do Brasil para os próximos 4 anos, defende a exploração da Amazônia para fins econômicos, como foi dito por ele em entrevista durante a campanha eleitoral em Porto Velho, Rondônia.

Sabemos, no entanto, que a mesma deve ser preservada, pois o desmatamento causa um grande colapso mundialmente, principalmente em relação à extinção de espécies tanto da flora quanto da fauna.

Assine este abaixo-assinado para que ninguém tenha o direito de tocar nas nossas matas a não ser que seja para protegê-las e/ou estuda-las para que tudo que as envolva seja de grande contribuição ecológica, inclusive a economia, e para que possamos manter vigente o Art. 225 da Constituição Federal: “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”.

A Amazônia é conhecida como o “pulmão do mundo”, sendo a principal vegetação mundial e contendo a maior biodiversidade em uma floresta tropical no mundo. Tal região é lar de cerca de 2,5 milhões de espécies de insetos, dezenas de milhares de plantas e cerca de 2 mil aves e mamíferos e só no Brasil há uma média entre de 96 mil e 128 mil espécies de invertebrados e um quilômetro quadrado da floresta amazônica pode conter cerca de 90 mil toneladas de métricas de plantas vivas. 

Além da ameaça a essa biodiversidade por conta da exploração, outro fato entra em questão, como a emissão de carbono decorrente do desmatamento, que pode contribuir drasticamente ao aquecimento global. Estudos apontam que o desmatamento insustentável da floresta poderá ocasionar redução das chuvas e assim, o aumento da temperatura na região e consequentemente, do mundo.

Este abaixo-assinado tem como por objetivo noticiar tais órgãos dos perigos que as nossas matas estão correndo para que tomem uma posição sobre e devidas providências, visto que são órgãos responsáveis pela proteção ambiental nacional.  

 

Fuente: Change.org

RACDES: LA AMAZONIA BAJO LLAMAS Y NADIE DICE NADA!!!!!

 

Lo increíble no es que se esté quemando sino que no hagamos nada por detenerlo.

Por Zulma Larin, RACDES

Lo increíble de esta situación es que los gobiernos afectados directamente no dicen nada ni hacen nada o es que al caso no nos duele las condiciones en que se dan los hechos y las condiciones en que se manifiesta el fenómeno y ¡nadie dice nada! o es que hay detrás de todo esto intereses mezquinos tanto de los gobiernos de la región como del gobierno norteamericano para robarle el espacio a los pueblos para sus interese imperialistas; Bueno, como quiera que sea lo que me duele es que nadie dice nada, si eso me duele como ambientalista de este lado de la región latinoamericana que puedo esperar para que los gobiernos cercanos y que comparte la amazonia reaccionen cuando tanta fauna y flora se ha quemado, tanta biodiversidad que en alguna manera viene a empeorar las condiciones de vida del planeta, esta casa  común; pero  lo que realmente preocupa es que esta situación no es nueva y los presidentes y políticos en este caso Jair Bolsonaro no han hecho nada.

Pero lo que más duele también es el silencio con que estamos todos aquí en la región, basta entender que cuando se quemó la Iglesia Notre Dame rápidamente el mundo habló y realizó de inmediato acciones para la recolección de fondos y ¿por qué en este momento nadie dice nada?, cuando es la vida del planeta la que se pone en riesgo.

La Amazonia son nuestros pulmones en la región latinoamericana y ¿por qué tanto silencio?  ó ¿es que nos sentimos impotentes? ó ¿es que somos de doble moral para no entender que nuestra casa común se pone en riesgo ante los intereses mezquinos de las corporaciones transnacionales que ven en la Amazonia una zona para explotar sus medios como el petróleo, el agua y la biodiversidad en función de sus mercancías?